O próximo passo não está visível
A solicitação existe, mas ninguém consegue dizer com segurança quem deve agir agora.
Acompanhar não é acumular dashboards. É preservar o rastro de cada solicitação para que a equipe enxergue estado, responsável, espera, exceção e próximo passo.
O diagnóstico define primeiro o que precisa ser visto. Só depois entram registros, indicadores, alertas ou painéis.
A solicitação existe, mas ninguém consegue dizer com segurança quem deve agir agora.
Sem registrar a passagem entre etapas, o gargalo é percebido tarde demais.
Mensagem, planilha, CRM e sistema guardam versões diferentes do mesmo caso.
Quando algo foge da regra, falta contexto para decidir sem voltar ao início.
Definir o mínimo que precisa acompanhar uma solicitação para ela não perder sentido no primeiro repasse.
Tornar explícito quem está com o caso, qual é o estado atual e o que precisa acontecer depois.
Observar onde o trabalho permanece parado, volta etapas ou exige conferência repetida.
Avisar a pessoa certa quando existe uma condição que realmente pede intervenção — com informação para decidir.
Usar o histórico para separar um caso isolado de um gargalo recorrente e orientar a próxima melhoria.
A solução depende do processo e das ferramentas já disponíveis. O objetivo não é medir tudo: é registrar o necessário para localizar espera, responsabilidade e exceção.
Descreva o processo que mais depende de cobrança, conferência ou memória. O pré-diagnóstico ajuda a avaliar se existe base para uma investigação estruturada.
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